Uma pessoa pode não ter grandes hipóteses, quando o contágio se faz por transfusão sanguínea, mas tem todas as hipóteses se contágio se faz através dos contactos sexuais.
Claro, direis.
Basta usar o preservativo.
Errado.
O preservativo oferece uma protecção de cerca de 90%, pouco mais.
Rompendo-se, corre-se o risco de uma gravidez não desejada (uns quantos casos por ano) ou do contágio de doenças, tais como a Sida.
Eu costumo dizer: quam não quer ter (mais) filhos, não faz. É a forma garantida de não os ter. Ou isso, ou corre o risco de os ter, quer queira quer não.
O mesmo princípio vale para a Sida.
Quem não quer ser contagiado, que não se meta na boca do lobo.
Mas, enfim, há sempre o caso de alguém que se apaixona por outro alguém infectado e que, sabendo-o, não o abandona. O uso do preservativo é obrigatório, claro. Contudo, o risco existe sempre.
ASSINA E LÊ ESTAS 7 PETIÇÕES: http://www.lapetition.be/en-ligne/non-limposition-de-la-rsidence-alterne-par-dfaut--4045.html http://www.peticaopublica.com/?pi=sondagem http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N575 http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1902 http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1300 Pour le vrai intêret de l'enfant, em mesopinions.com http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3114
sábado, 2 de abril de 2011
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- fénix renascida
- O que me dá autoridade para vos dizer o que aqui vos digo? A autoridade de filha que sabe o que é viver longe dos pais; a autoridade de criança que viveu num quadro de violência e de maus-tratos; a autoridade de criança que sempre viveu em instituições; a autoridade de mãe que sabe o que é viver longe da filha; a autoridade de ex que sabe o que custa um sacrifício para não afastar uma filha do pai e que, ainda por cima, é penalizada pela justiça no momento em que decide mudar de local de residência, em busca de melhores dias; a autoridade de quem viveu com crianças (muitas!) e sempre trabalhou (e ainda trabalha) com crianças. Em suma: toda a autoridade.